domingo, 23 de novembro de 2008

Quitute Pila

É gentem, quem me viu e quem me vê... =D Muitas coisas acontecem... =b
É mudança de visual, de negoço de coisa... A minha voz continua a mesma, mas o meus kbelos, qta diferença! (Essa é velhaça!! Mamãe q falava assim.. hihi)

Agora sou "kituteira" tb! E tô gostando desse trem! Mas n me pressionem! ahuahauhaua
Já disseram q stou pronta pra casar.. (kd o hombre?!)

Bem, postarei a receita e vejam c/ estou/sou lindaaa!! Alguém me segure!! ahuahuasaskjansauhuaa



Bolo de Maçã

3 maçãs
3 ovos
3/4 de xíc. (chá) de óleo
2 col. (sopa) de canela em pó
2 xíc. (chá) de açúcar
1 col. (sopa) de fermento em pó
2 xíc. (chá) de farinha de trigo
100g de uvas passas (substituí por frutas cristalizadas)


Calda
Suco de 2 laranjas

1 col. (chá) de canela em pó

Açúcar a gosto

Modo de preparo

Lave bem e descasque as maçãs. Reserve separadamente as cascas e a polpa. Ponha no liquidificador as cascas, os ovos, o óleo, a canela, o açúcar e o fermento. Bata até formar uma mistura homogênea. Transfira para uma tigela e acrescente a farinha de trigo peneirada, a polpa das maçãs picadas e as uvas passas. Mexa com uma colhar de pau até ficar uma massa uniforme. Despeje a massa em uma forma de buraco no meio, untada e enfarinhada. Leve ao forno médio pré-aquecido por aproximadamente 1 hora ou até que, enfiando um palito, saia seco. Calda: misture todos os ingredientes e espalhe sobre a superfície do bolo ainda quente. Sirva morno (gelado tb fica boooom).

Disseram que ficou com gostinho de Natal! =D


Ps: substituí as uvas passas pq n gosto delaaaas! (Uva passa ñ é "MARA!")

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Saudades

Homenagem aos meu amigos!
DoceRecado.com - Imagens para seus Recados!


sábado, 1 de novembro de 2008

Quem é Miguel Nicolelis

Vc não sabe quem é?
Eu tb não sabia, ou melhor, sabia apenas o básico, que era um cientista brasileiro, dos bons. Já havia lido alguns artigos de neurociência na Scientific American. Na verdade, eu me lembrava mais de artigos de outro brasileiro tão bem sucedido quanto o Miguel Nicolelis, que é o Sidarta Ribeiro (que tb é neurociêntista).
Embora ele (Miguel Nicolelis) talvés seja no futuro, o primeiro criador de um ciborgue "de verdade", com próteses controladas diretamente pelo cérebro, não será esse o feito que me fará ter orgulho desse Brasileiro (com letra maiuscula, mesmo).
Leiam a entrevista concedida ao Tribuna do Norte, em 05/08/2007, e me respondam:
Ele é o cara, ou não é?

O cientista Miguel Nicolelis é um paulista entusiasmado pelo

Nordeste. Mas não é um olhar voltado para praias e belezas naturais,

a visão de Nicolelis, que é apontado pela Revista Scientific American

como um dos 20 maiores cientistas do mundo,é focado no

desenvolvimento da Ciência na região. E no arrojado projeto e

ousado sonho de Nicolelis para as terras nordestinas, é no Rio Grande

do Norte que está o porto seguro e de onde tudo partirá. Aliás,

sonho-projeto que ele já começou a tornar concreto com os trabalhos

de iniciação científica na escola Alfredo Monteverde, na Cidade da

Esperança.

Mas essa é apenas a pequena e expressiva primeira parte. Para a

cidade de Macaíba Miguel Nicolelis projeta o “campus do cérebro”.

Depois de 20 anos morando fora do Brasil, cientista reconhecido

internacionalmente, Miguel Nicolelis retornou ao país e diretamente

para o Rio Grande do Norte, o Estado que ele quer projetar como a

“Califórnia brasileira”. “Quero demonstrar com esse experimento do

empreendedorismo científico que o Nordeste brasileiro é o futuro do

Brasil em termos de desenvolvimento econômico de alto valor

agregado e em termos de recursos humanos e desenvolvimento,

capacitação de recursos humanos”, comenta o cientista.


O que justifica o olhar tão atencioso de um dos maiores
cientistas do mundo para o Rio Grande do Norte?
Primeiro porque acredito que não sou paulista, sou brasileiro. O Brasil
só irá realmente se estabelecer como federação, país, que tem uma
agenda nacional, se em todas as atividades fundamentais para o
desenvolvimento do país nós tivermos a homogeneização da
excelência. E a ciência é um caso grave no Brasil dada a altíssima
concentração de recursos humanos e investimentos que ocorrem no
Sudeste brasileiro. 70% da produção científica brasileira vem do
Estado de São Paulo. Para um país com as dimensões do Brasil isso é
um grande problema. Não interessa que a ciência e São Paulo seja
muito boa. O que acontece é que o resto do Brasil não tem
oportunidade de participar. Os talentos brasileiros não têm os
caminhos e as oportunidades de participarem tanto na produção
quanto no consumo dos bens gerados pela produção científica.
Quando nós criamos esse projeto há quatro anos a filosofia central
era incentivar a descentralização da produção científica por todo o
território nacional. E Natal é muito emblemático para nós. Muita
gente duvidava, achava que não tinha chance de nada ser feito,
tinham pessoas que achavam que era loucura. Mas estamos
mostrando que é possível sim criar núcleo de excelência, de ciência
de ponta, vinculada a uma missão social, construir prédio, construir
laboratórios, clínicas para mulher e trazer para cá não só recursos
humanos, mas financeiros privados de uma maneira que o Rio
Grande do Norte e o Brasil jamais viram. Uma das nossas doações,
que é da senhora Lily Safra, é a maior doação privada de uma pessoa
para a ciência no Brasil na história do país.

Leia entrevista na integra aqui: http://www.natalneuro.org.br/imprensa/pdf/2007_08_tribunadonorte.pdf

Leiam, vcs vão adorar.

Sabe o que é mais interessante, eu assisti a entrevista dele no SporTV...



sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Bolinha de queijo


Uma coisa que eu gosto muiiiiiiiiiito, é bolinha de queijo. Não aquelas recheadas de queijo, não! Aquelas 100% queijo... sabe qual é? Não. É uma delícia e a receita é super fácil, porém nem um pouco econômica, nem um pouco ligth.
Lá vai. 2 xic. de queijo meia cura ralado
1 xic.. de queijo parmesão ralado 2 ovos
maisena
sal a gosto.Misture todos os ingredientes menos a maisena, depois vá acrescentando a maisena (eu uso mais ou menos de 2 a 3 colheres) até dar ponto de enrolar, mas fica molinha mesmo, não é uma massa dura, não. Faça as bolinhas e frite (sem medo) em óleo quente.
Variações:

Eu já fiz com as claras batidas em neve, e fico bom tb. Já fiz com outros tipos de queijo (afinal, seguir receita não é meu forte, mesmo.). Já usei mussarela misturada com queijo bola e ficou bom (mas com o gosto mais forte, por causa do tipo de queijo).
Experimentem eu garanto, é uma delícia. 


Essa bolinha é muito boa mesmo, por isso coloquei ele na blogagem coletiva do blog da Rejane. Passem lá.


terça-feira, 28 de outubro de 2008

É preciso mudar


Li um texto e não posso deixar de compartilhar com vocês. Gostei muito espero que inspire vocês também. (Nossa, qd fui escrever esta frase, me deparei com a realidade de que a anos não escrevia a palavra você, fiquei até na dúvida se existia a palavra vocês... esquisito, né!)
Esse texto é do
Saul Brandalise Jr.

Nossa vida pode ser comparada a um circo. Cabe a nós decidirmos qual é o papel que vamos exercer no picadeiro. Um ilusionista, um malabarista, um palhaço, um trapezista ou ainda um domador de animais.

Deus nos deu o livre arbítrio e é com ele que iremos evoluir ou estacionar ou até mesmo, quem sabe, regredir. A opção é nossa. Responsabilizar os outros pelos nossos insucessos é buscarmos lama no deserto.

Posso ser um palhaço e fazer as pessoas rirem. Seria interessante para a sociedade e útil para meus amigos, nada mais faria do que produzir graça. Várias vezes nos comportamos como verdadeiros palhaços de picadeiro e achamos que as pessoas não percebem que nossa conduta é inadequada e inconveniente com o momento que estamos vivendo e da forma como estamos nos comportando.

Poderei ser um ilusionista e correr os riscos de acreditar nas minhas próprias ilusões, deixando assim de entender e aceitar a vida como ela é. Viver de ilusões é a maneira mais fácil de nunca conseguirmos entender o que realmente acontece à nossa volta. Vivemos longe da realidade e distante da verdade.

Poderei ser um malabarista e criar minhas próprias dificuldades e aprender com elas. O malabarismo nos ajuda a vencer o nosso dia-a-dia e a descobrirmos nossas verdadeiras virtudes.

Poderei ser um trapezista e administrar as minhas inseguranças da melhor maneira que a vida pode nos proporcionar. Quando mudo de um trapézio para o outro estarei solto no ar, preso apenas à minha mente e assim aprender que em toda mudança há incerteza.
Aprender que a vida exige exatamente isso: Desafiar a nossa tranqüilidade e nossa forma confortável e cômoda de levarmos as coisas nesta encarnação. Mudar é quebrarmos o maior paradigma de nossa existência: nosso conforto e nossa tranqüilidade. Mudar é entender a lei da evolução. Descobrir o que se faz aqui neste planeta e neste nosso pequeno mundo em que vivemos.

Poderei ser um domador e finalmente domar a fera da insegurança e da incerteza que vive dentro de mim. Combater os dois animais que habitam em meu ser: Um lobo e um cordeiro. Viverá aquele que eu alimentar com os meus pensamentos.

Este é o meu circo, e o seu, já esta montado? Você já se descobriu? É só olhar para o seu interior...
Com ele quero aprender que é preciso mudar sempre, dependendo da circunstância e dependendo da necessidade. Sou o que alimento em meus pensamentos. Vivo conforme o “circo que monto”.